A igreja na Uganda espera que o governo faça justiça contra os responsáveis por esses crimes, a fim de quebrar o ciclo de violência que tem como alvo os cristãos

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Uganda é um país que faz fronteira com o Quênia (16º na atual Classificação da Perseguição Religiosa), Sudão do Sul, República do Congo, Ruanda e Tanzânia (36º). O nível de violência entre os cristãos ugandeses tem aumentado bastante e, embora o país não esteja entre os 50 da Classificação, sua pontuação o deixa bem perto, como o 59º da lista.

Recentemente, uma cristã foi morta por não permitir que uma mesquita fosse construída em sua propriedade, que fica na vila Naigobya, na cidade de Luuka, ao Leste do país. Os cristãos dessa região enfrentam sérios desafios por causa do extremismo islâmico que vem dominando violentamente a nação. Esses tipos de incidentes têm se tornado cada vez mais comuns contra aqueles que abandonaram o islã: negação dos direitos de propriedade, abusos contra as mulheres e assassinatos.

Não existem incidentes isolados, mas um padrão de punição contra os cristãos. Houve até mesmo um caso de envenenamento de um bebê de uma jovem cristã, de acordo com os últimos relatórios da Portas Abertas. A igreja na Uganda espera que o governo faça justiça contra os responsáveis por esses crimes, a fim de quebrar o ciclo de violência que tem como alvo os cristãos. Enquanto isso não acontece, eles necessitam das orações de cada um de nós, para que Deus os fortaleça e lhes dê coragem de seguir em frente com a pregação do evangelho.

Fonte: PortasAbertas

 

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