Diretor do longa concedeu entrevista ao Gospel Prime

Fonte: Gospel Prime

Por: Leiliane Roberta Lopes

Estreou neste final de semana o filme “Doonby: Todos Tem o Direito de Viver”, um longa que conta a história de Sam Doonby (John Schneider) um homem misterioso que se muda para uma pequena cidade do Texas.

Ao conseguir trabalho como barman no único bar da região, Doonby passa a conquistar os clientes por seus pequenos atos de heroísmo. Além disso ele também encanta a bela Laura (Jenn Gotzon), filha do médico da cidade Cyrus Reaper (Joe Estevez).

O contato com médico irá despertar os fantasmas que atormentam Doonby, trazendo grandes surpresas aos espectadores. O filme é classificado como thriller e tem como temática o aborto, se posicionando contra a interrupção da gravidez.

No Brasil o filme está sendo distribuído pela Estação Luz Filmes, de Luís Eduardo Girão, cineasta brasileiro que se emocionou com o filme quando o assistiu nos Estados Unidos e se interessou em trazê-lo para o país.

“Desde que assisti pela primeira vez decidi colocá-lo no nosso portfólio, mas preferimos esperar um pouco mais e acho que agora chegou o momento de lançá-lo”, disse Girão.

Foi o cineasta brasileiro quem trouxe o diretor do filme, Peter Mackenzie, para acompanhar a pré-estreia. Nesse dia, o diretor americano concedeu uma entrevista ao Gospel Prime. Confira:

Gospel prime: Quais suas expectativas quanto a aceitação do filme no Brasil?

Peter Mackenzie: Eu espero que “Doonby” seja assistido por muita gente e que elas vão ao cinema para ter entretenimento. Apesar da mensagem que possui, esse é um filme com muita ação e muita música. Então, a expectativa é que as pessoas vão, assistam e pensem sobre isso de alguma maneira… Que tenham uma impressão forte quando deixarem a sala de cinema.

GP: Como vê o movimento em favor da vida no Brasil, para qual público é destinado este filme.

Mackenzie: Bom, pelo que eu entendo, 60% da população brasileira é pró-vida e este é um filme com uma mensagem que deve ter apelo junto a elas. Mas, estou mais interessado em pessoas que não estejam comprometidas com nada disso e que não pensem sobre isso (questões pró-vida). Assim, elas se tornam mais conscientes dessa situação e das alternativas que existem nesse universo.

GP: O que espera que esse filme cause nos telespectadores?

Mackenzie: Eu espero que as pessoas passem “mais tempo” pensando e refletindo sobre o que viram e espero que pensem sobre isso no dia seguinte e no próximo dia… Essa é minha esperança. Que levem isso consigo e iniciem pontos de discussão e controvérsia.

GP: Como é ser um cineasta pró-vida em um mundo tão voltado para cultura da morte?

Mackenzie: Bom, não é fácil em especial pelo lado da distribuição (do filme) e porque partes da mídia em particular tendem a suprimir um filme desse tipo, não dando a ele qualquer atenção ou cobertura. Mas, para contrabalançar tudo isso os movimentos pró-vida podem e devem atuar, utilizando-se das diversas mídias sociais, provocando as pessoas a discutir, a debater. E essa é minha esperança aqui no Brasil.

GP: Como brasileiros, como podemos militar nas causas pró-vida? De que maneira podemos usar este filme?

Mackenzie: Acho que a melhor maneira de fazer isso é dar publicidade. É ter a certeza de que todos que forem assistir ao filme – não apenas aqueles que forem pró-vida ou religiosos mas buscando chegar à aqueles que são contra tudo isso, dando a eles algo para pensar. É o que este filme está tentando fazer. Fazê-las parar, pensar e ponderar. Fazê-las simplesmente dizer “espere um pouco, toda vida é realmente importante”.

 

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