Bandeira do Brasil

Após a Proclamação da República em 1889, surgiu a necessidade de criação de uma nova bandeira. Criada pelo advogado Ruy Barbosa, a bandeira provisória era bastante semelhante à bandeira estadunidense, fato que fez com que o marechal Deodoro da Fonseca vetasse o desenho.

Adotada pelo decreto de lei nº 4 de 19 de Novembro de 1889, a bandeira atual consiste em uma adaptação da antiga bandeira do império idealizada em 1820 por Jean-Baptiste Debret. O disco azul central foi idealizado pelo pintor Décio Vilares, já as estrelas, por Benjamin Constant. A inscrição “Ordem e Progresso” é fruto da influência do positivismo de Augusto Comte. Até hoje, a bandeira brasileira permanece inalterada, com exceção das estrelas, que segundo a Lei nº 8.421, de 11 de maio de 1992, devem ser atualizadas no caso de criação ou extinção de algum Estado.

Em seu sentido original, as cores verde e amarela simbolizavam respectivamente, as oliveiras em torno da casa real de Bragança e a casa imperial dos Habsburgos. Posteriormente, esses significados foram adaptados: a cor verde passou a simbolizar as nossas matas e florestas; o amarelo, o ouro e as riquezas minerais; a azul, o céu; a branca, a paz. Cada estrela disposta na bandeira corresponde a um Estado brasileiro; a única estrela que é situada acima na inscrição “Ordem e Progresso” é Spica, representante do Estado do Pará.

A bandeira nacional deve ser hasteada em todos os órgãos públicos, escolas, secretarias de governo, etc. Seu hasteamento deve ser feito pela manhã e a arriação no fim da tarde. A bandeira não pode ficar exposta à noite, a não ser que seja bastante iluminada.

Por Tiago Dantas

Equipe Brasil Escola

Bandeira da Ordem de Cristo
Primeira hasteada em solo brasileiro

 

Bandeira Real
A primeira do Reino de Portugal, nas naus do descobrimento

 

Bandeira de D. João III
Usada no Brasil durante a Colonização

 

Bandeira do Domínio Espanhol
Bandeira utilizada durante o domínio espanhol em terras portuguesas

 

Bandeira da Restauração
Bandeira do Reinado de D. João VI, marca o fim do domínio espanhol

 

Bandeira do Principado do Brasil
Primeiro sinal de presença do Brasil, no campo político mundial, como parte integrante da nação portuguesa.

 

Bandeira de D. Pedro II, de Portugal
Bandeira do reinado de D. Pedro II, utilizada após a morte de D. Afonso VI

 

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves
Bandeira do período de D. João VI

 

Bandeira do Regime Constitucional
Última a tremular no Brasil com traços que lembram Portugal

 

Bandeira Imperial do Brasil
Marca da emancipação política do Brasil

 

Bandeira Provisória da República
Utilizada de 15 a 19 de novembro de 1889, sendo substituída pela atual

 

Bandeira Nacional

 

 

A origem da bandeira brasileira

A bandeira nacional brasileira foi instituida em 15 novembro 1889, o dia da proclamação da república. Ela é interessante, tanto pela razão de sua simbologia e de suas cores como, pela lição de astronomia que ela nos oferece.

A idéia desta bandeira vem do professor Raimundo Teixeira Mendes, do seu assistente, Miguel Lemos e de Manuel Pereira Reis, professor de astronomia. ela foi desenhada pelo pintor Décio Vilares.

As cores e a independência

Com o passar do tempo os brasieiros foram associando estas cores a valores contemporâneos do país. As cores representam:

  • o verde da floresta, a Amazônia ocupa, de fato, uma grande parte do país;
  • o amarelo do ouro e dos recursos minerais;
  • o azul do enorme céu azul-anil;
  • o branco da paz.

Na verdade, o verde e o amarelo são originários das cores dos Bragança e dos Habsbourg : o primeiro imperador do Brasil, Pedro I et sua esposa, Léopoldine, deram, de fato, origem a independência do país, proclamada em 7 setembro de 1822 as margens do rio Ipiranga (São Paulo), quando o Brasil se tornou independente do Reino de Portugual.

 
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