Alguns desses novos cristãos, que estão refugiados em um acampamento, querem voltar para sua antiga cidade e compartilhar a esperança encontrada em Cristo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE MISSION NETWORK NEWS

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Milhares de famílias fugiram para uma cidade de refugiados, localizada nas proximidades de Fallujah. (Foto: Nawras Aamer/EPA)

A cidade de Fallujah, que estava sob controle do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), no Iraque, foi recentemente recuperada pelas tropas iraquianas. No entanto, um pouco antes da ação militar, milhares de famílias fugiram para uma cidade de refugiados, localizada nas proximidades.

Além de encontrarem abrigo em um novo local, muitas dessas pessoas tiveram um encontro com Deus. De acordo com a organização missionária Frontiers USA, nos últimos 18 meses, mais de 140 pessoas aceitaram a Jesus Cristo na Cidade de Refúgio.

Segundo o presidente da organização, Bob Blincoe, alguns desses novos cristãos querem voltar para sua Fallujah e, pela primeira vez, compartilhar a esperança encontrada em Cristo. “Eles estão com vontade de ir para casa porque esse é o lugar onde eles formaram suas vidas. Não há futuro para eles nas tendas de refugiados, ou na Cidade de Refúgio”, comenta.

Agora os iraquianos de Fallujah têm uma missão. Eles foram batizados, e querem espalhar a nova fé no mundo muçulmano. “Pela primeira vez, um número considerável de muçulmanos ganharam uma nova perspectiva do Evangelho. Eles são respostas das palavras de Jesus: ‘Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei’ [Mateus 11:28]. Este caminho do Senhor, esta esperança, é a razão número um”, disse Blincoe.

A expansão do Evangelho em Fallujah e na Cidade de Refúgio acontece como um efeito dominó. Começou com um grupo de missionários que foram até o local de refugiados para compartilhar o amor de Cristo. Agora, essas pessoas levam a palavra de Deus para suas famílias e amigos.

“Sabemos que as pessoas que estão fazendo discípulos, como realmente como deve ser”, conta Blincoe. “Temos de colocar em prática o mandamento de ‘fazer discípulos’, que não depende dos missionários, e sim, da criação de novos grupos. Temos de colocar em prática a ideia de que uma vez que você vem à fé, você nasce de novo para levar outras pessoas à fé também.”

Olhando para o futuro, a Igreja no Iraque está pronta para algo grande. Os indivíduos e as famílias estão com fome de uma esperança espiritual, que só pode ser encontrada através do Espírito Santo de Deus e Sua Palavra.

“Temos a sensação de que estamos na linha de frente do mundo livre. Que tudo depende de ganhar as pessoas que foram deslocadas pelo EI, levá-las de volta para suas casas e incentivá-las a ganhar as partes do Iraque onde nenhum missionário consegue ir”, finaliza Blincoe.

 

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