No Brasil a busca por esse medicamento cresceu 50%, segundo pesquisa internacional

Fonte: Gospel Prime

por Leiliane Roberta Lopes

Medo do zika vírus aumenta procura por pílula abortiva

Uma publicação científica divulgou nesta semana uma pesquisa que aponta o aumento de 50% do número de pessoas procurando por pílulas abortivas depois do alerta do vírus da zika.

O”The New England Journal of Medicine” mediu a reação das grávidas nos países onde o aborto é limitado ou proibido, como é o caso do Brasil, desde novembro de 2015 até março de 2016.

Com mais de 1.600 casos de microcefalia confirmados, e atrelados ao vírus, muitas mulheres ficaram com medo e resolveram recorrer às pílulas abortivas disponibilizadas na internet, encontradas em uma agência de assistência sem fins lucrativos.

A co-autora do estudo, doutora Abigail Aiken, afirma que é compreensível esse aumento identificado também em países da América Latina como El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Honduras e Venezuela.

“Quando você emite esse tipo de conselho, mas não os relaciona com caminhos para cuidados seguros e legais, cria uma situação realmente difícil para as mulheres”, afirmou.

Alguns países alertaram as mulheres a evitar a gravidez diante do surto da doença. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também aconselhou que os casais que moram em áreas de transmissão adiem as gestações.

Mas os conselhos não impedem que muitas gestantes busquem caminhos ilegais para realizarem o aborto como acontece com essa medicação que é oferecida para ser tomada nas dez primeiras semanas de gravidez. Com informações G1

 

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