Presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana, Sr. Nasser Fares disse que pretende cumprir essa meta em cerca de 20 anos. Autores cristãos alertam para os perigos que a ‘islamização’ pode trazer consigo.

FONTE: GUIAME

 

“Este é o nosso objetivo: transformar o islamismo na terceira maior religião do Brasil”. As palavras do atual presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM), no encerramento do Ramadã (período de jejum islâmico, celebrando pelos muçulmanos em todo o mundo), não deixa dúvidas dos planos de solidificar a religião de ume vez por todas no maior país da América Latina.

Segundo o Sr. Nasser Fares, os planos da SBM em nível nacional não estão focados simplesmente em ações de curto prazo, mas sim em uma estratégia que cumprirá suas metas em cerca de 20 anos.

“O trabalho que queremos fazer não é de dois ou três anos. É um trabalho para 20 anos, para a gente realmente solidificar o Islã no Brasil e transformar o islamismo na terceira maior religião do Brasil”, disse.

“Se hoje temos de 1,5 milhão a 2 milhões de muçulmanos no Brasil, a gente quer ter nos próximos 20 anos, mais de 20 milhões de muçulmanos no Brasil”.

Sr. Nasses destacou que a ‘matéria-prima’ para cumprir tal objetivo já está nas mãos da comunidade muçulmana brasileira, que é o Corão, mas ainda falta a quantidade significativa de pessoas que declarem a fé muçulmana.

“Temos uma das maiores e melhores matérias-primas do planeta – não menosprezando outras religiões – que é o nosso Corão Sagrado. O que nós não temos é o material humano e vamos buscá-lo nos próximos anos”, explicou.

O líder explicou que nos próximos quatro anos, a Sociedade Beneficente Muçulmana deve trabalhar na fundanção do islamismo no Brasil.

“O nosso trabalho é para Alá. Eu e todos vocês somos servos de Alá. Estamos trabalhando para ele e glorificando o nome dele”, disse.

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Nasses Fares é presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana no Brasil. (Imagem: Youtube)

O Corão e Jihad

Fares também destacou que pregar a caridade e o amor ao próximo estão entre as prioridades do islamismo. Porém diversos estudiosos e especialistas sobre o assunto discordam desta linha de pensamento.

Segundo o escritor cristão e ex-muçulmano Nabeel Qureshi, a Jihad (‘guerra santa’) e a caça e punião de cristãos e judeus – considerados ‘infiéis’ – está prevista no Corão.

“Quando comecei a investigar, realmente acreditava que o contexto eram todos de batalhas defensivas no Corão. Mas quanto mais eu investigava, mais eu percebia que simplesmente não era o caso. O capítulo 9 do Corão é o mais violento. Fala sobre o arrependimento. É o mesmo capítulo que diz: ‘Combatei os judeus e cristãos, até que eles paguem, humilhados, o tributo (9:29)”, apontou.

Entre as estratégias de ‘crescimento e solidificação’ do islamismo no Brasil, algumas em especial são apontadas por estudiosos, como a ‘Hégira’ e a ‘Muruna’, como podemos ver logo abaixo:

Hégira
A tática tradicional de ‘ocupação pacífica’ dá a falsa sensação de que os primeiros imigrantes islâmicos não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganho mais força.

Muruna
Consiste na suspensão temporária da rígida ‘lei Sharia’, com a finalidade de dar aos imigrantes muçulmanos, uma aparência “moderada”.

 

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