Relatos de Israel – 26 de Janeiro

MUFTI DA AP CONCLAMA A MATANÇA DE JUDEUS – MAS DIZ QUE APENAS ESTAVA CITANDO MAOMÉ
Após a exposição pela Palestinian Media Watch e a tradução do vídeo, o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu pediu que o Procurador Geral começasse uma investigação criminal para determinar se as declarações feriam as leis de incitamento de Israel. A resposta do Mufti foi: “Nunca dissemos ‘matem os judeus’. A Hadiz assim o diz. Eu não sou responsável pela Hadiz. A Hadiz está no livro. A Hadiz é uma nobre Hadiz, não é minha Hadiz.”
Comentário:
A refutação do Mufti é, naturalmente, apenas uma tentativa de fugir de uma investigação criminal. Se ele não concorda com a Hadiz, ele só poderia ter evitado mencionar isso. A Hadiz não é o Corão, e não é uma obrigação para um muçulmano acreditar nisso (embora, segundo uma pesquisa da AP, 73% acreditam nesta Hadiz específica). Mas o contexto de sua mensagem revela que o Mufti conecta a Hadiz com o conflito atual. Ele descreveu a “Palestina” como uma revolução que começou com a conquista muçulmana em 637 e continua até hoje – e, em seguida, citou a Hadiz.
Mais importante porém, é que o Fatah, partido que é menos religiosamente motivado do que Hamas e considerado um partido moderado neste conflito, ainda usa esse tipo de retórica para atrair as massas. Perguntas devem ser feitas agora em relação à tradicional avaliação da suposta atitude religiosa moderada do Fatah. Em sua introdução à mensagem do Mufti no evento, o moderador da cerimônia colocou com firmeza o conflito dentro da área religiosa: “Nossa guerra com os descendentes dos macacos e porcos [maneira tradicional muçulmana de se referir aos judeus] é uma guerra de religião e fé.”
Em estudos tradicionais de resolução de conflitos nas instituições acadêmicas, é comum diminuir ou até excluir a religião como um fator. Neste círculos o que o Mufti disse é irrelevante. Mas este é um enorme e desastroso erro. Entre as pessoas religiosas, a religião é geralmente o principal fator de identificação. Isso é especialmente verdade entre os muçulmanos uma vez que o Islã é uma religião abrangente que governa o comportamento em todas as áreas da vida. Portanto, é impossível compreender as ações de uma pessoa religiosa, se você excluir suas convicções religiosas.
Tomadores de decisão em todo o mundo jamais poderão compreender o conflito no Oriente Médio se continuarem a ignorar o Islã. Eles não vão entender os muçulmanos ou ser capazes de prever suas ações. Porém, também não entenderão os israelenses. Israel não tem o luxo de ignorar a declaração do Mufti. Como podem eles? Eles se defendem contra as suas consequências diariamente. A não ser que a influência do Islã seja entendida, as ações de Israel serão sempre consideradas desproporcionais. Porque aos olhos dos acadêmicos – e dos políticos que eles aconselham – Israel está defendendo-se contra um fenômeno não-existente, irrelevante.
AP SOBRE ATOS DE TERROR: CONDENA QUANDO É FORÇADA A CONDENAR – E DEPOIS EXALTA
O pedido de Erekat pela libertação dos prisioneiros segue um padrão já utilizado pelas lideranças da AP no passado. Fazendo conexão com a libertação de prisioneiros, em seguida da libertação de Gilad Shalit (Acordo Shalit), o ex-chefe de segurança da AP, Jibril Rajoub, afirmou: “Eu me pronuncio em nome do Movimento Fatah – nós saudamos aqueles que cavaram o túnel [para capturar o soldado israelense]; nós saudamos aqueles que capturaram o prisioneiro, e saudamos aqueles que vigiaram o prisioneiro até que o Acordo estivesse completo… Eu saúdo nossos corajosos prisioneiros e eu digo a vocês – [Eu não posso] descrevê-los como heróis, nem como homens corajosos, nem nada mais. Não existem palavras no dicionário árabe, nem em nenhum outro dicionário, para descrever vocês, mas essa nossa modesta recepção é a nossa honra máxima que oferecemos a vocês, a nossa história, e as nossas famílias.” Rajoub estava representando o líder da AP, Mahmoud Abbas, durante o evento.
A prática descrita acima não é algo novo. Arafat era mestre em discursar em dois idiomas; primeiro ele condenava ataques terroristas logo em seguida que os atos aconteciam, ainda quando o mundo estava atônito com a maldade dos atos. Porém, dias depois, ele exaltava o ato para a sua própria audiência (quando falava para o seu próprio povo). Ao que parece, seus seguidores aprenderam a mesma técnica.
As notícias fidedignas em toda essa história não são, portanto, os discursos em si, porque temos milhares de discursos. A única notícia fidedigna que temos nessa história é que a história em si não é fidedigna. Por acaso, há alguém que fale sobre isso nos principais canais de imprensa ocidentais? Além do mais, nenhuma dessas declarações afeta a linha de pensamento e as ações dos políticos ocidentais. Colocando tudo às claras: A Autoridade Palestina está dizendo que o assassinato de civis judeus (até mesmo em um suposto tempo de paz) não é uma ação pela qual uma pessoa deva ser punida. O assassinato de civis judeus não é um crime. É como se fosse mais uma atividade do dia-a-dia – apenas mais honrada.
E o mundo está enfurecido com Israel por não quer ceder às exigências da Autoridade Palestina…
CURTAS DA SEMANA
Quase 45 anos após o evento, uma mulher árabe palestina que foi ferida na Guerra dos Seis Dias conheceu o soldado israelense que salvou sua vida. Miriam Yassin, uma moradora da aldeia palestina de Anin, tinha apenas 15 anos quando foi ferida em um bombardeio. Hezi Erez, agora com 75, serviu em 1967 como comandante júnior na região. “Quando cheguei à aldeia, um homem local veio até mim e pediu ajuda. Ele estava triste e com medo, e me disse que sua filha ficou gravemente ferido”, disse Erez. Erez largou tudo para levar a menina para o hospital. Sua família inteira os acompanhou a medida que eles dirigiram-se a um bloqueio militar perto do Cruzamento Megido, onde as tropas tentavam detê-los. “Saí do carro gritando, e pedi que eles abrissem o bloqueio porque a menina precisava de cuidados médicos”, disse ele. As tropas cederam e os deixaram passar. “Alguns dias atrás eu contei essa história para meu filho, e ele decidiu que realmente queira conhecê-la, mesmo sem eu saber se ela sequer estava viva”, disse. Um repórter de um jornal local o ajudou a vasculhar por Yassin . “Eu não posso esquecer de como ele me ajudou durante a guerra”, disse Yassin. “Ele me trouxe de volta à vida quando eu estava em estado crítico. Estou disposta a sacrificar minha vida por ele.” Eu sempre digo aos meus filhos sobre como eu estava ferida e sobre o homem judeu que me salvou “, acrescentou.
Fonte: LivetsOrd
- Indicar artigo:
- Compartilhar
Veja Também
Nossa página no Facebook

Notícias- Ore pelos cristãos e pela Igreja uigurOre para que os cristãos uigures (etnia chinesa que fica ao norte do país) para que eles recebam muita sabedoria vinda de Deus para que possam organizar suas reuniões para junto adorarem a Deus e est […]
- Pastor Ilmurad é libertado da prisãoPastor Ilmurad estava entre o grupo de 230 pessoas que foram libertadas. Pastor Ilmurad disse que só descobriu que iria receber a anistia na noite anterior a sua libertação. “Essa é a septuagésima vez […]
- Duas igrejas sofrem ataques à bombaA explosão aconteceu em Suleja, na frente da Igreja Embaixada de Cristo enquanto os cristãos se reuniam no culto de manhã. Cinco pessoas foram feridas com o ataque que ocorreu e foi assumido pelo Boko […]
- Ore pelos cristãos e pela Igreja uigur
Nosso Twitter
- No public Twitter messages.
Comentários
- marco antonio dos santos vieira em “Janela 10-40″
- Luciene G.da S.Pereira em Orar sem esmorecer
- CARLOS V.FLOR em Escravo da Orelha Furada
- meu nome em Relatos de Israel – 22 de Setembro
- Rev Zeca Pedro em Começa o Ministério África em Fogo em Chibuto










